terça-feira, 30 de junho de 2009

O diploma de jornalista

A minha primeira opção na área de Comunicação Social sempre foi o jornalismo. Eu acreditava, até por ter amigos no ramo, que o status jornalista era sinônimo de respeito, mas agora, com a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) em não obrigar mais o diploma de jornalismo para exercer a profissão, não sei se fico feliz, por ter escolhido um outro caminho, ou triste, pois um sonho antigo teve fim.

Talvez, por ter optado pela Mídia Eletrônica, cuja grade curricular, além de ser amplamente técnica, engloba inúmeras áreas de atuação, permita que esta decisão abra mais portas para o meu futuro profissional. Afinal de contas, estarei capacitado para exercer qualquer função que esteja ligada a Comunicação e o jornalismo, queiram ou não, faz parte disso. Porém, o meu receio é que esta decisão torne a comunicação uma ‘coisa’ que qualquer um possa fazer, desprestigiando assim o preparo profissional.

É claro, que encontramos hoje, na maioria das redações do país, inúmeros profissionais com formações distintas que se intitulam jornalistas e atuam normalmente. Afinal de contas, o fato de ser graduado não garante melhor qualidade perante outras notícias (a prova disto são os blogs e microblogs espalhados pela web), mas, quem sabe, uma abordagem mais técnica executada por um jornalista, acrescentaria um algo a mais no repasse da informação.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Frio

Ventos de 60 quilômetros por hora submeteram hoje os catarinenses a uma sensação térmica de até -13ºC.

Urubici, São Joaquim e Major Vieira em Santa Catarina tiveram temperaturas de 0,5º a -7ºC. Mas não nevou.

A meteorologia visa que a temperatura vai cair ainda mais em Santa Catarina até quarta-feira.

terça-feira, 12 de maio de 2009

H1N1 “influenza” também a internet

A ex-gripe suína, agora chamada de gripe influenza H1N1, é o assunto que está na boca do povo graças aos veículos de comunicação em massa. Hoje, é comum, ao abrirmos um jornal, ligarmos o rádio e a televisão, ou, principalmente, acessarmos a internet, nos depararmos com alguma novidade sobre este vírus, que a cada dia ganha maiores proporções, devido a sua rápida expansão. O que antes parecia uma simples virose, hoje, se transformou em uma pandemia, ou seja, uma epidemia que se espalhou por vários países.

Aproveitando que os internautas estão por dentro deste assunto e levando em consideração o poder de interação das redes sociais, resolvi invadir o Twitter e o Orkut para saber a opinião de alguns usuários.

Para a twitteira @thaiskw (Thaís Wiggers), a situação é alarmante. Segundo ela, não saber quem está carregando o vírus, pois os sintomas da gripe H1N1 são iguais aos de uma gripe normal, é o que mais preocupa. Já @GFlorees (Jéssica Flores), considera a ex-gripe suína tão perigosa quanto a dengue e a febre amarela. Mas, devido a ausência de casos ou suspeitas na cidade onde mora, Brasília, ainda não teve a sua vida afetada.

Já no Orkut, Julia Poloni acha que a gripe suína é uma doença perigosa pelo fato de o vírus ter sofrido modificações.

– Eu vejo que no Brasil os casos não estão se proliferando com tanta rapidez quanto no México, EUA e Europa. As pessoas que trouxeram o vírus pra cá foram isoladas e tratadas. A maioria já está bem. Acho que se tomarmos as precauções necessárias por aqui, com ampla vigilância nos aeroportos e divulgação nos meios de comunicação, não teremos motivos pra alarde. – disse ela.

A orkuteira ainda relatou o fato de sua avó mandá-la lavar as mãos todos os dias, quando volta da rua, devido à gripe. - Daqui uns dias ela vai me mandar andar de máscara, certo! – concluiu.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Minha terra está seca

Recebi uma ligação importante de minha mãe hoje pela tarde, segundo ela, a situação de Erechim (minha terra natal) está complicadíssima. Uma forte estiagem, que perdura pela cidade desde o mês de abril, transformou o que antes era campo em um verdadeiro sertão. O pior de tudo é que a CORSAN (empresa que distribui a água para o município) anunciou que começará a racionar o fornecimento.

Confesso que fiquei triste ao descobrir que a capital da amizade se encontra em maus lençóis, mas infelizmente não posso fazer nada a não ser tentar conscientizar vocês, leitores do blog, há valorizarem cada dia mais este líquido inodoro, insípido e incolor, pois sem ele não somos nada.

Ah! Fiquem tranquilos, pois lá em casa está tudo bem, ao menos por enquanto. A dona Rita (minha mãe), já está de malas prontas para passar uns dias comigo. Espero que ela esqueça um pouco o sol venenoso e aproveite o calor da Ilha da Magia para descansar um pouco.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Análise do Epic 2015

O vídeo Epic 2015 apresenta a evolução da comunicação como foco. Apresentando-a em duas formas: em alguns momentos ela é um documentário e em outros se transforma em uma grande ficção. Construído após a ascensão dos principais mecanismos da internet na época (2004), apresenta dados reais e com total clareza, mas ao representar algumas hipóteses sobre o futuro de todas estas ferramentas digitais, tráz consigo uma enorme gama de alienações, que são retratadas na forma de suposições. Entre elas o próprio Epic.

De certa forma, a maneira como o filme foi editado, utilizando as imagens como comandantes da narrativa, nos influencia a produzirmos vídeos como este. Afinal de contas, não são apenas as maravilhas online que evoluirão com o tempo, mas toda a nossa tecnologia ganha novos recursos a cada novo dia. Sendo assim, conseguiremos produzir um material melhor e quem sabe tão interessante quanto este.

É o que me anima tentar. Já pensou um documentário completo sobre os famosos robôs do Google? Seria este o caminho para um novo projeto?

terça-feira, 14 de abril de 2009

A grande sacada da Rede Globo

A nova programação da Globo entrou no ar nesta segunda-feira, 13 de abril, com muitas novidades. Além da repaginação de alguns cenários e a volta de programas já conhecidos pelo grande público, a emissora, este ano, investiu pesado na interação multimídia. Ou seja, a internet será uma extensão do seu canal.

Agora, o público poderá gerar conteúdos, interagir com apresentadores por meio de chats e sugerir pautas na web. Entre tantas inovações, pode-se dizer que a emissora se liberta dos seus moldes originais e se transforma em um legítimo canal aberto.

Além disso, a TV Globo promete investir no desenvolvimento de novas mídias, onde os seus conteúdos poderão ser acompanhados em tempo real por outras plataformas, tais como o celular e a internet. Estes, atuando também como complementos do que foi repassado na televisão. Uma espécie de interligação de mídias.

No papel, uma maravilha. Resta saber se tudo isso será mesmo colocado em prática. Afinal de contas, a cada novo dia somos apresentados a um universo de inovações que mal sabemos aonde chegarão. Ontem, foi a vez de a Rede Globo surpreender a todos com a sua “parceria” público e televisão.

Uma grande sacada!

Mas o que será amanhã?

terça-feira, 7 de abril de 2009

Por que os jovens não lêem mais jornal?

A palavra chave é tempo! Mas não podemos nos esquecer da interatividade. Hoje em dia, os jovens valorizam cada vez mais o direito de independência. Eles mesmos criam, modificam e repassam os conteúdos que querem e assim quebram a barreira dos moldes fixos dos jornais. Em sua grande maioria, nasceram no universo online, e graças a isto, em questão de segundos conseguem captar e repassar novas informações.

O mundo gira muito rápido e a cada novo dia surge uma novidade. Sendo assim, os jornais acabam ficando de lado, afinal de contas, por que vamos sair da frente do computador em que aprendemos a lapidar e encontrar o que queremos, para lermos um jornal “preso” e descobrir o que já sabemos?

Enfim, esta pergunta poderá ter inúmeras respostas, mas nenhuma conclusão. A realidade é que não é mais obrigação termos aquele velho jornal em casa. A moda agora é nos tacharmos de cultos e sermos intelectuais pela internet. Afinal de contas, o jornal de ontem já está velho.

Trabalho em equipe

Discussões, pequenos atritos, enfim, algo normal para um trabalho em grupo composto por opiniões divergentes. Mas, cabe ressaltar, que o debate final foi muito interessante e teve um consenso de todos os integrantes.

Sobre a maneira em que a aula foi ministrada, nada a reclamar, muito pelo contrário. Esta interação, relacionada aos mecanismos da nossa área, é muito produtiva e nos dá a ideia do que fazer futuramente.

Sem esquecer o destaque para a apresentação do Bruno e do Igor que representaram muito bem a nossa equipe.
Nota 10 para a nossa aula.

terça-feira, 31 de março de 2009

Tipos de texto

O primeiro texto: “As difíceis relações gasolina/álcool”, exemplifica perfeitamente um post de um blog. Não só pelo fato do seu texto conter características não lineares, mas também, por conter uma opinião própria do autor e ao mesmo tempo permitir que o leitor interaja com o que foi transmitido. Além disso, o texto é simples e objetivo. Já o segundo texto: “Ronaldinho Gaúcho e Kaká entre os jogadores mais bem pagos do mundo”, é uma notícia de um jornal, pois relata informações precisas sobre o assunto e as reporta para o leitor na forma concreta, sem conter opinião do autor.

Cabe ressaltar, que os dois textos, por se tratarem de blog e jornal, não pertencem a categoria das narrações cronológicas, mas, em meu ponto de vista, poderiam ser transmitidas em outros canais midiáticos, desde que estes permitam um espaço interativo e aberto para opiniões.

quarta-feira, 25 de março de 2009

A imprensa deixou de existir

Criado por Robin Sloan, o “EPIC 2015” é um filme que conta a história da informação na internet. Se inicia com a criação da World Wide Web e segue até o ano de 2015.

Algumas previsões feitas pelo criador do vídeo, como o “Googlezon”, fusão do Google com o Amazon, controlaria todo o conteúdo da internet. Com o possível surgimento do EPIC (Construção de Informação Personalizada Envolvente), todos contribuiriam. Blogs, imagens, vídeos, enfim, um sistema completo, aonde a mídia é filtrada, ordenada e entregue.

O EPIC produziria um pacote de novidades personalizadas. Uma espécie de sumário do mundo, inovando nas formas de gerar, compartilhar e consumir informações.

O que tudo indica, é que estamos próximos do início da era em que nós mesmos geraremos conteúdos relevantes para a vida de outras pessoas.